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O jogo da Amarelinha: a porta de entrada para o mundo dos números

Já é passado algum tempo desde que os jogos infantis começaram a atrair a atenção dos professores em sua prática docente. Com efeito, constatou-se, por inúmeros estudos de caso, que o brincar é também uma forma de desenvolvimento intelectivo das crianças, devendo, por isso, ser estimulado como gerador de criatividade e meio de desenvolvimento do raciocínio lógico.

Um grupo de professores da Universidade Federal da Paraíba tem se destacado a analisar o Jogo da Amarelinha em suas potencialidades para o ensino-aprendizagem da linguagem matemática. A brincadeira é conhecida, após atirar uma pedrinha, a criança pula em quadros desenhados no chão, ora com um pé só, ora utilizando os dois.

Além do óbvio desenvolvimento do raciocínio corporal, a brincadeira, defendem pesquisadores, também trabalha conhecimentos lógicos. As professoras argumentam, ainda, que a amarelinha permitiu que os alunos se envolvessem com a matemática e se encorajassem a pensar sobre quantidades sem a necessidade de lições repetitivas e artificiais, livros didáticos e apostilas, e sim, a partir de algo do seu interesse, de uma atividade do cotidiano infantil.

Como os quadrados sobre os quais se realizam os pulos têm números, a prática estimula a reflexão sobre a sequência numérica, mesmo em níveis de baixa consciência. Isso quer dizer que as crianças “aprendem sem perceber”, porque se trata de uma lição com invólucro de atividade de lazer – o que não deixa de ser efetivo, muito pelo contrário.

Este pequeno texto serve, sobretudo, como estímulo ao professor. Tire sua turma da sala! Explore os espaços abertos da escola. Quem sabe lá não estão esperando atividades divertidas e com potenciais imensos para o ensino da matemática!

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